Certo dia, sem o menor aviso ou motivo aparente, um prédio deu no pé. É isso mesmo: de repente, aquele prédio foi embora da cidade onde fora construído e deixou todo mundo ao redor de queixo caído.
E esse foi apenas o primeiro. Depois dele, outras construções começaram a partir sem explicação e sem nem olhar para trás. Até os famosos fizeram o mesmo: o Museu Nacional, a Igreja do Bonfim, o Teatro Amazonas e o Palácio do Planalto foram para bem longe. No lugar, ficavam pessoas desabrigadas e espaços vazios.
Nessa narrativa escrita por Estevão Azevedo, ganhador do prêmio São Paulo de Literatura, e belamente ilustrada por Rômolo D'Hipólito, um avô conta à neta sobre os tempos de concreto, em que todos viviam amontoados em pequenos apartamentos de grandes edifícios, e conta como foi que, de uma hora para outra, o mundo que todos conheciam se tornou algo que nunca poderiam ter imaginado.
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